Fazer mais com o mesmo

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Fazer mais com o mesmo

Imagine a seguinte situação:
Empresa passando por uma dificuldade financeira, necessitando
ampliar seus negócios para sair da crise financeira; a produção aparentemente não possui mais capacidade para produzir, ou seja, a capacidade produtiva está totalmente tomada, por sua vez, o departamento de vendas fica impossibilitado de prospectar novos negócios devido a capacidade da produção não atender novos pedidos. O que fazer?
Em boa parte das empresas os líderes sempre pensam que o melhor para atingir resultados é investir em mais equipamentos, mais pessoal, ampliar os estoques, aumentar o espaço físico, gerar horas extras, enfim, aumentar os gastos. Sim, isso não é investimento e sim gasto, é apenas mascarar uma situação de baixa produtividade com medidas econômicas que tornam lideranças em verdadeiros oráculos.
Administrar com dinheiro é fácil, mas e se a situação financeira da empresa não está tão confortável como citado no início do texto e é necessário o aumento de produtividade para ampliar a capacidade de vendas também?
Aí é que está o “X” da questão, muitos profissionais prontamente desistem da jornada de ampliar a produtividade, pois acham que é impossível melhorar sem investimentos, ou então focam em melhorias insignificantes como, por exemplo, baixar o tempo de produção de uma peça de 15min para 14,5min, claro que houve ganho, mas esse não é o ganho necessário para ampliar a capacidade de produção, tão pouco para abrir espaço para novos negócios.
Pensar da trabalho e aí é que reside o problema.
Os profissionais devem pensar como alterar os processos tanto organizacionais como os processos de produção, tentar enxergar onde estão os desperdícios para eliminá-los para aí sim obter ganhos de produtividade significativos e consequentemente ampliar a capacidade de produção e proporcionar ao departamento de vendas condições para que possam prospectar novos negócios e melhorar a saúde financeira da empresa.
Mas como fazer isso?
É nessa hora que os profissionais das áreas de processos e produção entram em ação, estudando os processos já existentes e eliminando os desperdícios e para isso é imprescindível a utilização de ferramentas Lean e racionalização industrial, como por exemplo:
Mapeamento do fluxo de valor (proporciona uma visão clara dos desperdícios no processo),
SMED – troca rápida de ferramentas (reduz o tempo de preparação das máquinas, proporcionando ganhos efetivos de trabalho),
5s (no mínimo três desperdícios são minimizados),
Sistemas híbridos de produção (uma combinação de produção puxada com produção empurrada, o que é frequente puxe o que não é frequente empurre),
Tempos e métodos e cronoanálise (estudo do tempo de produção e análise desse tempo proporciona uma condição indispensável para a empresa saber o quanto está realmente ocupada).
Com os cursos que ofereço no site http://furlani.eng.br/ead o profissional ligado a melhoria de processos terá condições de iniciar uma jornada na eliminação de desperdícios e ampliação da capacidade de produção, mas um ponto é importante ressaltar, não basta apenas conhecermos as técnicas devemos sim pensar, pensar e pensar. Não tente nunca adequar a empresa a técnicas e ferramentas e sim a técnicas e ferramentas a realidade da empresa.

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